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A cruz do matrimónio
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P. V. M. da Silva (trad)
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Comédia
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Teatro da Rua dos Condes
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Esta comédia A cruz do matrimónio merecia ter encontrado mais conscencioso intérprete, tradutor mais atento às regras da gramática e á índole da nossa língua. Corrigi seguida e escrupulosamente os 2 primeiros actos (tanto quanto o podia fazer na ausência do original) ora dando a necessária naturalidade ora podando as grosserias de estilo, aclarando, finalmente, a confusão de muitas frases de tal maneira baralhadas que se não entendiam. No último acto, porém, foi-me impossível levar a cabo a tarefa que me tinha imposto por não entender o sentido de algumas passagens que vão indicadas, para que o tradutor as reforme e emende confrontando-as com o original. Aceitas as muitas e irgentes correcções que já vão feitas no texto e dando-se o tradutor ao trabalho de rever no 3.º acto os períodos que carecem ou de melhor gramática ou de mais correcta lógica, aprovo para se representar na Rua dos Condes a comédia vertida do espanhol A cruz do matrimónio Lisboa, 20 de Março de 1862. L. A. Palmeirim.
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20-03-1862
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Luís Augusto Palmeirim
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Direcção do Teatro da Rua dos Condes
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Comissão de Censura Dramática
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Arquivo da Secretaria Geral do Ministério da Educação e Ciência – Conservatório Nacional, cx. 773, mç. 2900
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