|
A
|
|
|
A filha dos trapeiros
|
|
|
Annicet-Bourgeois; Ferdinand Dougué; Apolinário de Azevedo
|
|
|
Drama
|
|
|
Teatro do Ginásio
|
|
|
Li o drama em 5 actos e 3 quadros intitulado A filha dos trapeiros , que tem uma acção complicadíssima, por vezes absurda, mas que cativa a atenção e prende o interesse pela variedade de situações que apresenta, ainda que muitas delas conhecidas e repetidas nas composições deste género a que vulgarmente se chama melodrama. A tradução é sempre incorrecta e nalgumas cenas a linguagem demasiado rasteira. Sendo, porém, destinada para um teatro secundário onde perante a censura são limitadas as exigências literárias, dou-lhe o meu voto de aprovação. Lisboa, 30 de Janeiro de 1866
|
|
|
Pode representar-se com as supressões e emendas que são indicadas nas folhas 3, 3 vº, 10 vº, 32, 32 vº, 36, 45, 45 vº, 46 e 61 vº. Inspecção Geral dos Teatros em 21 de Fevereiro de 1866. O secretario, Carlos da Cunha e Meneses (ESTC)
|
|
|
21-02-1866
|
|
|
Ernesto Biester
|
|
|
Domingos Monteiro
|
|
|
Comissão de Censura Dramática
|
|
|
Arquivo da Secretaria Geral do Ministério da Educação e Ciência – Conservatório Nacional, cx. 775, mç. 2927; Biblioteca da Escola Superior de Teatro e Cinema – MAN-A1-P3-0278
|
|
|
Domingos Monteiro assina pelo Director-Gerente. Trata-se da tradução de La fille des chiffonniers
|
|
|
A cópia do parecer não regista o nome do censor, recuperado do Livro de Registo n.º 2, f. 130.
|